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Deus da guerra Marte comanda ano astral de 2019; é preciso se preocupar?

É mesmo um tempo de extremos. Em 2018, Júpiter, o mais benéfico do zodíaco, regeu o ano. Em 2019, ele passará seu reinado a Marte, o deus da guerra. Será que há motivos para nos preocuparmos? O novo ano astrológico terá início no dia 20 de março de 2019. Aproximadamente às 19h dessa data, Júpiter dará lugar ao guerreiro Marte para liderar as forças e as energias de 2019. Vamos lembrar que Marte rege a habilidade de lutar e de se esforçar, a agressividade, a energia sexual, nosso poder e vontade de agir e reagir.

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Mas Marte também tem a ver com a força que nos move avante. Se pensarmos antes de agir, guerra e luta não terão necessariamente um significado ruim. Dessa maneira, Marte pode se expressar em nossas vidas de um modo mais inteligente, apesar de nem sempre ser assim.

É raro nos ensinarem que a agressividade pode ser algo muito bom. Sem ela, não construímos, não evoluímos, não trazemos coisas positivas a nós mesmos, quem nos rodeia e ao mundo onde vivemos

Assim, se bem utilizadas, a agressividade e a raiva são essenciais em nossas vidas, inclusive para nossa sobrevivência. Não serão apenas destrutivas, como podemos pensar em um primeiro momento. Usando o cérebro antes de agir, podemos evitar a impulsividade agressiva e destrutiva.

A energia marciana é a da determinação, a força que nos empurra adiante e que nos faz ir atrás de nossos sonhos. Muitas vezes, ficamos cegos de raiva, mas, se conseguirmos respirar e raciocinar antes de agir, ao invés de nos tirar do eixo a raiva pode nos ajudar a ter foco. Ela pode, inclusive, ser uma boa aliada para acabar com padrões negativos de comportamento, com pensamentos e emoções que não fazem mais sentido em nossas vidas.

A agressividade é um componente inato da constituição biológica do ser humano. Negá-la é pior e pode causar complicações. Só de olharmos de outro modo para ela com coragem, podemos mudar nossa perspectiva sobre nós mesmos, enxergando de maneira mais abrangente e integral quem realmente somos. Para atingir essa grande conquista, é preciso ser capaz de duvidar de nossa auto-imagem, questionar nossas vaidades e repensar tradições religiosas e até familiares.



Neste ano astral, de março de 2019 a março de 2020, abre-se uma nova oportunidade de olhar com profundidade para dentro de nós mesmos, enfrentando com coragem a raiva e o rancor. É a chance de entrar em contato com sentimentos escondidos e muitas vezes desagradáveis, como a decepção, o abandono, a humilhação, a culpa e o ódio.

Será nossa oportunidade de direcionar a agressividade para o crescimento

Marte nas mitologias grega e romana

Marte era conhecido como Ares na mitologia grega e era, inclusive, odiado pelos gregos. Isso porque não era dotado de inteligência. Era simplesmente o deus da guerra, aquele que desejava sangue, carregava ódio e causava destruição. Foi criado pela ira de Hera ao tomar conhecimento que Zeus, seu marido, havia concebido Athena sem ela. É consequência da raiva de Hera.

Ares tinha dois escudeiros: Deimos, que significa medo, e Phobos, que significa susto. São as duas Luas do planeta Marte. Possuía ainda dois companheiros, Eris, que significa luta, e Enyo, o destruidor de cidades. Era perseguido pelos Kares, que bebiam o sangue dos mortos. Como Ares não tinha cérebro, não raciocinava.



Já na mitologia romana, era conhecido como Marte, o romano. Tinha cérebro e era adorado. Tinha dois escudeiros: Honos, que significa honra, e Virtus, virtude. Lutava pelo que queria de maneira virtuosa e honrosa, com força e coragem. Não era guiado por ódio cego nem era explosivo.

Essa energia de Marte estará presente em todo planeta e, todos nós, certamente desejamos que os chefes de Estado de todo mundo se utilizem das energias de Marte, o romano. Mas sabemos que, na maioria das vezes, as coisas não vão funcionar dessa maneira