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Ciclos de Plutão e Saturno, tragédias e catástrofes: entenda relação

Quando Plutão, o planeta mais poderoso da astrologia, entrou em Capricórnio, em outubro de 2008, começou na Terra um ciclo de instabilidade. E Saturno entrou também em Capricórnio na última semana de 2017 e começou a caminhar na direção de Plutão. Os dois planetas são difíceis e vêm "arrancar nossa pele".  Com Saturno e Plutão caminhando pelo signo considerado "o mais duro do zodíaco", está explicado o porquê de tantas catástrofes e dificuldades que o mundo tem enfrentado.

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Vamos entender: Capricórnio é um signo conservador, que mantém estruturas, que busca a estabilidade e a tradição da família, do Estado, das Instituições, da Igreja. Plutão, por sua vez, rege Escorpião, signo que envolve uma viagem às profundezas da vida e da morte e, como tal, rege a morte e o renascimento. Plutão em Capricórnio chegou prometendo derrubar tudo o que existe há décadas ou séculos, e começou com as instituições financeiras. Quem não se lembra da quebradeira que foi em 2008, a crise financeira que se instalou em vários países do mundo? E até hoje sofremos para tentar nos manter em pé: muitos países entraram em recessão, o desemprego aumentou e muitas empresas faliram, nada voltou aos patamares anteriores à crise.



E Plutão continuou prometendo derrubar tudo o que envolve tradição e está relacionado ao conservadorismo capricorniano. Veja só: em 2017, começamos uma nova era de 36 anos, deixamos para trás 36 anos de regência do Sol para sermos regidos por Saturno, regente do próprio Capricórnio, onde está Plutão. Consegue entender a teia em que nos encontramos? Vamos lembrar que o conservadorismo tem crescido no mundo todo, uma tentativa vã de volta ao passado, que não deve durar muito. Direita e esquerda se digladiando na política, como se a próxima era, que ainda não entramos, permitisse esse tipo de divisão.

Plutão em Capricórnio traz em si o germe da destruição, da morte das instituições e tudo o que envolve tradição, como as grandes instituições, financeiras ou não e as grandes religiões.

Podemos falar da crise nos relacionamentos, pedindo que aprendamos uma nova maneira de se relacionar, com mais liberdade, mais independência de cada parte. As religiões que passam por uma espécie de falência e reavaliação.

Saturno entrou também em Capricórnio na última semana de 2017 e começou a caminhar na direção de Plutão. Para quem não sabe, Saturno e Plutão são considerados planetas de provações, são pesados, densos e costumam arrancar, em seus trânsitos, a pele e o sangue de nossos corpos e almas. São difíceis mesmo. Toda fase difícil na vida de uma pessoa, de uma comunidade, país ou planeta, tem a ver com esses dois planetas. Com Saturno e Plutão caminhando pelo signo considerado "o mais duro do zodíaco", podemos imaginar o porquê de tantas catástrofes e dificuldades que a maioria das pessoas do nosso planetinha azul tem vivido.



A Nova Era, a tal era de Aquário tão falada, que ainda está longe mas precisa abrir caminhos para construir a sua chegada, promete destruir tudo o que envolve divisões. Nossa tarefa é nos tornarmos uma grande comunidade, onde a cooperação e a igualdade ganham força a cada dia. Exatamente por esse motivo, as grandes instituições, como o sistema econômico e as Igrejas devem ser derrubados, de uma maneira ou de outra, até tornarem-se apenas lembranças do passado. Religiões, política e instituições, que classificam seres humanos como bons ou maus, conforme suas escolhas religiosas ou políticas, tendem a sucumbir com o passar dos tempos e hoje, tudo acontece muito rapidamente, a aceleração do tempo é algo já comprovado pela ciência.

As crises chegam com a finalização de todo ciclo e o que estamos vivendo é a finalização de um grande ciclo, um imenso ciclo de dezenas  de séculos.

O que hoje entendemos por catástrofes fazem parte de uma grande mudança que toda humanidade viverá nas próximas décadas. Temos ainda muito o que caminhar nessa tarefa, que é de todos nós, individual e coletivamente. O conservadorismo grita por autonomia, mas infelizmente para os conservadores, ele vai sucumbir, em pouco tempo.

Agora, além de Saturno e Plutão em Capricórnio, temos também Urano, regente de Aquário e da Nova Era, caminhando através de Touro, também um signo de terra e de tradições. Urano rege a eletricidade, o inesperado e o inusitado que tem a ver com a força uraniana. Urano tem a força de destruição da bomba atômica, é rápido e certeiro. Nada que é antigo, tradicional e envolvendo extremo poder sobreviver à sua energia. Urano é o regente da revolução francesa; sua simbologia tem a ver com o grito: liberdade, igualdade, fraternidade. Urano em Touro chega para acabar de vez com a festa que reina em nossa triste civilização há séculos e séculos.



Podem reconstruir fisicamente tudo o que for destruído, mas a evolução humana olhará para tudo com um olhar no futuro, deixando no passado o que deve lá ficar. Nossa alma clama pelo novo, mas toda morte é dolorosa. Todos estamos passando, individual ou coletivamente, por um forte desânimo, por uma vontade imensa de jogar tudo para o alto. Muita coisa começa a perder o sentido para muitos de nós. Muitos têm tido a coragem de mudar radicalmente de vida e o que estão fazendo é, simplesmente, antecipar o futuro.

Os próximos anos serão marcados por grandes finalizações e recomeços e não vai ficar pedra sobre pedra em instituições que tiveram como fator principal o poder. Felizmente para uns, infelizmente para outros, a vida, o planeta e o Universo continuam andando para frente.